Essa não é a minha motinha, por que não encontrei nenhuma foto dela que prestasse (o meu ex-colega de trabalho Marcelinho Werkhausen deve ter uma, que se não me engano é medonha), mas é irmã gêmea da minha Baitosa, com certas diferenças na roupagem e, claro, aparece a sua garbosa marca - Jog da yamaha. Placa de Canoas-RS, documentos no nome da Marlene, primeira esposa das três esposas oficialmente conhecidas do meu ex-marido Rudy. Eu sou a terceira... Mas a moto é MINHA por DIREITO nessa hierarquia!
Tomara que o ex-marido tenha compaixão de mim, dos meus sentimentos e me mande de volta a minha Baitosa, esgualepada, parceira véia de tombos e gauderiadas. Algumas vezes ela acabava tendo que me levar pra casa sozinha e fazia tudo direitinho, por que no outro dia eu via minha Baitosa na garagem. Meio tortinha, mas tava lá. E as vezes eu esquecia ela, deixava largada sozinha no centro, uma vez até pegou uma tormenta, a pobrezinha... Foi parar no meio da rua, mas era muito popular e foi socorrida por um conhecido.
Oh, são tantas lembranças, tantas emoções que chego a chorar de saudade da minha Baitosa...

Sem comentários:
Enviar um comentário